segunda-feira, 4 de outubro de 2010

escrevendo sobre o Tempo...


hoje não tenho muito que escrever...só queria ficar da janela do meu quarto apreciando a chuva cair..gosto muito de chuva, acho que é uma das coisas mais belas que nos vem da parte da natureza...eu estava hoje lembrando um pouco da minha infancia, periodo dividido entre minha vida em casa, na escola, e no hospital, isso porque quando nasci fui vitima de uma doença rara no sangue que quase me tirou a vida, periodo que mobilizou toda minha familia e amigos...eu era uma criança fragil, que não podia ser exposta a absolutamente nada, não podia absolutamente nada e que vivia sendo o medo da vida de uma mulher que eu chamava de mãe, é eu me lembro quando minha medica disse pra minha mãe que eu teria pouco tempo, que meu sangue raleava demais e minha mãe todas as noites, sem fazer barulho chegava o ouvido proximo ao meu nariz pra ver se eu ainda respirava...pois é devo dizer que já fazem 28 anos que eu teria pouco tempo...

as vezes vejo o como perco tempo, tempo que há alguns anos atras segundo a medica eu não teria...já disse que estou querendo escrever um romance e a pior coisa de se querer criar uma historia é que ela requer justamente tempo...tem dias que tenho tanta coisa que quero escrever, mais li certa vez em um blog que ensina como escrver um livro que não se deve por tudo que se pensa em uma historia, porém há dias, como hoje, que não me vem nada a cabeça...

a pior parte de se querer fazer algo diferente é justamente quando a inutilidade nos asombra e faz a gente crer que nada disso é possivel...imagino quantas vezes Taylor Caldwell pensou em desistir, sabia que diz na introdução do livro que ela levou quarenta e seis anos para concluir essa obra? e C S Lewis um dos meus autores favoritos que levou decadas para concluir As Cronicas de Narnia, nossa gente todo mundo deveria ler esse livro, todo mundo deveria ler A Casa das Sete Mulheres de Letícia Wierzchowski, todo mundo deveria ler Gibran Kallil Gibran...na verdade acho que todo mundo deveria ter tres coisas essenciais, um filme predileto, um time de futebol do coração e um livro e cabeceira, quem sabe um dia o seu não pode ser As Cartas de Collin Tagore, hehehehe...quem sabe eu engane o tempo mais um vez ou faça as pazes com ele e escreva algum dia dentro do tempo devido algo sobre o TEMPO!

sábado, 2 de outubro de 2010

Uma boa receita, mesmo que ninguém a faça, mesmo que ninguém a leia...


assisti recentemente ao filme Julie e Julia que conta a historia de duas grandes mulheres, Julia Child e Julie Powell, interpretadas magicamente por Meryel Stripe e Amy Adans, esse com certeza entra na lista dos meus filmes favoritos, até então A Cor Purpura de Steven Spilberg ocupava individualmente esse lugar.
o que muito me impressionou não foi só a beleza do filme, claro que o filme em si foi muito bem feito, sua fotografia, figurinos, o roteiro em si ainda mais por ter sido baseado em no livro de Julie Powell que devo dizer achar um absurdo ter sido tão dificil achar pra comprar e ainda mais pelo preço descomunal que paguei...
a vida de Julia e Julie eram muito ordinarias, porém ambas acharam graça em duas coisas simples, cozinhar e escrever...todo mundo deveria assistir Julie e Julia...todo mundo deveria comer algo ensinado por Julia, ou ler algo escrito por Julie...todo mundo deveria ter a chance de mudar duas vidas como Julie e Julia.
decidi voltar a escrever, mesmo que ninguém me leia...escrever me faz ver as coisas um pouco melhor...vou dizer que não tenho experiencia em portugues, não linguista, nem doutor, sou apaixonado, sei que isso não basta, porque se paixões fizessem diferença Romeu e Julieta teriam resolvido seus problemas de familia em Verona, heheheheh, foi uma piada...esquece...
tenho desejo de escrever um livro na verdade já comecei...dois pra ser mais exato...é claro que não vou te contar do que se trata, quem sabe um dia eu não consigo faze-los irem pras pateleiras de uma livraria, ai voce vai ter que comprar e me ajudar a ficar rico...hehehe...desculpa outra piada...
são ainda só rabiscos, Uma breve historia de Collin Tagore e O caso de Elliot Green, são romances...Tagore porque adoro o escritor indiano Tagore, e Green porque sou viciado no seriado Friends e amo a Rachel Green personagem da Jennifer Arniston e isso não é piada...
quem sabe um dia eu não divido com alguém essa parte de mim que eu guardei até hoje e que só voces sabem...
assistam Julie e Julia e depois comentem, esperem quem sabe um dai não escrevo mais, quem sabe uma receita que ninguém faça ou algo que talvez ninguém leia...

domingo, 26 de setembro de 2010

MINHA RESPOSTA


Serio se voce me perguntasse o que eu acho que ajudaria hoje a salvar o mundo eu com certeza lhe responderia:

Além da fé das pessoas, amor pelas palavras e pelos livros!!!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

o que é imortal???


há coisas na vida que são imortais...

as musicas me lembram que eu posso fazer de cada segundo de minha vida imortais, embora algum deles eu nem queira me lembrar mais, mesmo que seja daqui alguns segundos...quem inventou a lei daquilo que seria bom ou ruim pra vida???

hoje muito dos meus momentosa eu queria que passassem logo, mais aprendi que conforme o tamanho da dor que vivo pelos meus acontecimentos e o tamanho do significado que esses acontecimentos terão para mim...

quinta-feira, 28 de maio de 2009

De limonadas a pedras conheço a misericórdia de "Deus"!!!


Conheci certa vez um homem acometido por uma doença que o impossibilitava de engolir qualquer tipo de alimento, nem mesmo líquidos, ele se alimentava apenas por sonda...certa vez me disseram que esse homem no passado havia sido muito mal para os sete filhos que possuía, chegando ao ponto de esconder comida deles até mesmo de uma das filhas no seu período de gestação...esse homem ficou muito velho e doente e foi parar em uma casa de cuidava de pessoas pobres, moradores de rua, isso porque ninguém na família o queria mais, apenas uma das filhas ia visita-lo e era justamente aquela para qual ele mais causou mal...ao me contarem a historia desse homem me disseram que toda a doença dele era um meio de "Deus" fazer ele pagar todo mal que fizera aos filhos e assim se purificar-se para entrar no céu...eu não pude acreditar nisso, "Deus" tem os seus meio ordinários de salvação (os Sacramentos deixados por ele na Sta Igreja) e extraordinários de salvação...quando nos deparamos com uma pessoa como esse homem que conheci eu vejo ali sim a Misericórdia de "Deus", pois através do sofrimento desse homem muitos na verdade encontraram a salvação...falo de mim mesmo, que ao olha-lo eu tive a capacidade de amar alguém que eu não conhecia e conhecer através dele a verdadeira caridade...A vida é assim ela nós dá essas provas de existência e persistência...sabe aquela velha historia do limão...quando a vida te der um limão faça uma limonada!!! Pois o mesmo vale paras as pedras...quando alguém te mandar pedras, não as devolva, ao contrario, recolha-as, guarde-as e com elas construa uma morada, pois quando vier a tempestade você terá onde se abrigar e aquele que te lançou as pedras não terá onde se abrigar...por quê??? Porque esse gastou seu tempo atirando as pedras que tinha nos outros...

sábado, 23 de maio de 2009


terminei de ler recentemente o romance "a casa das sete mulheres" de Letícia Wierzchowski, percorri suas mais de quinhetas paginas com um olhar apurado sobre a vidas daquelas mulheres; marcadas pela guerra, marcadas pelos seus amores, sonhos, duvidas, medos, perdas e pela espera...alias o que mais me chamou atenção foi relamente a força da espera existente em cada uma delas...a epera que traz incertezas e vontades de se ver o novo..eu por exemplo espero por muita coisa nova...expectativas nascem da espera...

todas as manhãs, bem cedo sou acordado pelo barulho do escapamento do carro velho da vizinha, ali está um exemplo de espera, pois ela espera pacientemente que o motor de seu corcel velhinho esquente para que ela saia de casa para sua vida de professora...

esperar exige paciência, como a que tenho que ter com a moça do caixa da padaria na hora de buscar o pão...ela ali sozinha, tendo que sorrir pra um monte de gente apressada...

eu não gosto muito de esperar, está aí uma coisa que eu não nasci pra fazer, esperar...

mais a vida tem me exigido isso, não em um tom de crueldade, mais em sentido de pedagogia...eu preciso ser paciente e esperar por coisas simples, pequenas, por que o quê a vida mais tem me exigido ultimamente e esperar pela maior de todas as coisas...a vontade de "Deus"!!!

isso é dose, dureza, por que não sei o que Ele mesmo espera de mim...

talvez "Deus" espere de mim só um pouquinho..pois pode ser Ele a me ensinar a esperar e ter paciência...quando o motor do carro não pega, quando atendente da padaria não é rapida...quando eu mesmo não sei esperar o meu proprio tempo...

ah simmm!!! quanto as mulheres do romance, elas continuam lá nas suas mais de quinhetas paginas, esperando...esperando...esperando e vivendo...

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Hoje eu vi "Deus"!!!


Hoje me encontrei com “Deus”...Ele estava bem diante de mim, naquele lugar que me muito me impressionou...a primeira vez que me encontrei com Ele foi na rua quando íamos apenas eu e minha vaidade; Ele estava em um pobre, dormindo na rua, que cheirava muitíssimo mal, eu O vi porque me lembrei que aquele cheiro era semelhante ao cheiro de Jesus na Cruz...mas hoje Ele estava diferente, estava naquela mulher sentada em sua poltrona profissional, branca de braços metálicos; mulher que foi feita de aço e de flores...”Deus” falou comigo, disse que entendia meus medos, minha dores, sabia o significado de cada lagrima, sabia da saudade (AMIGO), sabia de cada um dos “por quês” que rodeavam minha limitada existência.
Me surpreendi quando Ele me olhou e começou a chorar suas lagrimas; lagrimas de uma vida marcada por uma dor sacramentada, por uma ausência povoada de sentido e de significados...”Deus” pra mim naquele dia tinha um nome, altruísmo...Ele tinha seus cabelos penteados, tinha sua voz marcante e o que mais me envolveu, um sorriso que a muito tempo eu não via, puro e cheio de uma sacralidade que poderia significar apenas uma coisa, o céu.
Hoje eu vi “Deus”, falei com Ele e Ele falou comigo, sentado naquela poltrona branca de barcos metálicos, no final do nosso encontro eu queria muito ter a certeza de algo, esclarecer uma duvida; como era afinal o abraço de “Deus”??? Foi aí que ao abraço-Lo eu via que o Seu abraço possui duas verdades...saudade e amizade...foi assim que eu vi “Deus” e Ele me viu...